O primeiro passo antes de escolher sua cortina é saber o que você pretende ter como conceito do ambiente: aconchegante, moderno, clássico ou clean. As cortinas dão até a sensação de amplitude, mas é preciso saber escolher. “A definição do tecido depende do conceito do ambiente. Se a pessoa quer um lugar aconchegante, indico tecidos com fibras naturais pré-encolhido, que dá um volume de médio para farto”, explica a arquiteta Roberta Devisate.

As cortinas de seda, por exemplo, conferem modernidade enquanto a persiana e o rolô têm efeito mais clean e são mais práticos. As cores mais neutras são as mais indicadas por não marcarem tanto o ambiente. “As pessoas mudam a decoração da casa, mas mantêm a cortina. Cores neutras cansam menos e como as cortinas duram bastante sugiro tons cinza, bege e branco. Quanto menos, melhor”, pontua Devisate.

Cortina deve ir do teto até o chão
Com bom gosto e seguindo o lema do ‘menos é mais’ nas cores, escolher a cortina não é um problema. Duas camadas também fazem bonito: “Cortina com uma segunda camada como seda ou veludo com gaze, que neste caso fica mais encorpado, é um estilo mais rústico”, afirma a arquiteta. O trilho não precisa ficar escondido, ele pode ficar exposto, no caso do varão, ou ficar por trás de um forro. E o principal, a cortina deve ir até o chão, como explica Roberta Devisate: “É mais elegante a cortina beijar o chão. Para não acumular poeira, pode-se subir cerca de 1cm, mas a cortina curta fica com cara de que economizou no tecido”.

Fonte: GNT

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